quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Semana 17

Estou oficialmente livre de qualquer influência do lado masculino! Foi bom enquanto durou, mas o meu ex já avançou e acho que tenho todo o direito (até o dever) de fazer o mesmo. O melhor é que estive com ele e amigos nossos outro dia e não me chateei minimamente quando ele referiu que andava a sair com uma rapariga. Se ainda gostasse muito dele teria entrado em parafuso e saído dali a correr. Em vez disso praticamente que ignorei. OK, fiquei um pouco surpresa, mas nada de ciúmes ou algo assim. Ele quis seguir, siga. Eu farei o mesmo (mas talvez não arranje novo namorado em tão pouco tempo).

Cá entre nós, excepto se surgir alguém extraordinário (tinha de ser autenticamente um príncipe encantado), não planeio em meter-me nestas aventuras. Porquê? Primeiro porque não ando a dormir mal nem destraída o dia todo por causa de discussões ou coisas assim. Segundo porque tenho mais inspiração para novos livros. (Sim, porque o que aconteceu deu-me o empurrão para começar um novo romance já que me mostrou um ângulo que não estava a ver) Mas ATENÇÃO: eu NÃO uso pessoas para inspiração em romances. No entanto, têm de concordar numa coisa: torna-se muito mais pessoal e fidigno quando se escreve sobre algo que se passou (nem que envolva alguma fantasia) do que quando se tem de inventar. Torna-se tudo mais realista porque, temos de admitir, não existem príncipes encantados como nos filmes da Disney (por muito que eu quisesse). Os homens, perdão, rapazes de hoje são criaturas complexas. Ao ler romances em que o rapaz se comporta como um príncipe é irreal e faz raparigas construirem sonhos que depois se tornam tudo menos realidade. É verdade que nos refugiamos nos livros para escapar à dura realidade, mas também há-que tornar a história minimamente realista. A verdade é que se fazem decisões erradas, fugimos do que não devemos e uma das coisas mais dificeis de fazer é admitir que estamos errados. Nenhum rapaz (com raras excepções que certas sortudas conseguiram apanhar) é o que é mundialmente considerado perfeito.


OK, provavelmente estou a exagerar, mas não me podem culpar. Sei que só tenho 18 anos, mas é este o mundo em que vivi até hoje e, até prova em contrário, é o que vou achar que acontece. Numa coisa têm de concordar comigo meninas: há muitos rapazes, mas pouquíssimos homens.



Bem, além disto, já começou a época de exames. De 6 (sendo 2 deles orais), já foram dois e acho que estou a ir bem. Na verdade até tenho medo porque quando digo que correram bem acabam sempre por não ter razão. É mais provável ter boa nota quando digo que correu mal do que quando digo que correu bem - o facto de não esperar grande nota quando digo que correu bem é capaz de influenciar a minha perspectiva de uma nota aceitável. Mas ainda no 8º ano em Ciências achei que um teste me tinha corrido mesmo mal e acabei por tirar o primeiro e único A a Ciências da minha vida. Nunca me esqueci do que o professor disse "Até que enfim, Joana". Foi de rir.

Agora há que continuar a trabalhar pois os dois exames que se aproximam são, na minha opinião, os mais difíceis e ainda tenho de entregar um trabalho no entretanto - isto tendo em conta que eu não rendo absolutamente nada no fim-de-semana e ainda tenho um livro inteiro em espanhol para ler para um desses exames (que é na quarta, já agora).

Desejem-me grande sorte!

1 comentário:

  1. O livro lê-se bem, é fácil. Eu pensava que ia demorar muito tempo mas acabei por ler aquilo tudo numa hora e meia. Claro que depois vou ter de dar uma revisão nos nomes porque só me lembro do Cayetano e da Lola, mas o trabalho principal já está feito.

    Quanto ao resto, AGREE!!! Os rapazes são tantos que até mete nojo, mas homens na verdadeira ascenção da palavra há mesmo muito poucos. Aliás, há cada vez menos homens - são uma espécie em extinção! xD

    Beijinho**

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